terça-feira, 23 de maio de 2017

O Cristo Estava Com Os Israelitas no Deserto



Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, 

e todos passaram pelo mar.

E todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar,

E todos comeram de uma mesma comida espiritual,

E beberam todos de uma mesma bebida espiritual, 

porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; 

e a pedra era Cristo. (1 Corintios 10.1-4)

terça-feira, 9 de maio de 2017

Israel 69o. Aniversario do Dia da Independência


Deus abençõe Israel, pelo qual nós oramos diariamente, chamando por Jerusalém.

"Os nossos pés estão dentro das tuas portas, ó Jerusalém.
Jerusalém está edificada como uma cidade que é compacta.
Onde sobem as tribos, as tribos do Senhor, até ao testemunho de Israel, para darem graças ao nome do Senhor.
Pois ali estão os tronos do juízo, os tronos da casa de Davi.
Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam.
Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios.
Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Paz esteja em ti.
Por causa da casa do Senhor nosso Deus, buscarei o teu bem." (Sallmo 122)

 Jesus Cristo esta voltando para nós libertar totalmente dos orlas das trevas deste Maligno mundo.

Hino Nacional de Israel: (para ouvi-lo dê pausa na musica do blog no play acima)






Que o Senhor nos abençõe a todos, em nome de Jesus Cristo!

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

George Müller, exemplo de dependência em Deus


George Müller, exemplo de dependência em Deus

O gigante da fé, George Müller (1805-1898), nasceu na Alemanha, e converteu-se com idade de 20 anos numa missão morávia. Foi para a Inglaterra em 1829, onde trabalhou para o Senhor até o final de sua vida.
George Müller
Em 1830, três semanas depois de seu casamento, Müller e sua esposa decidiram abrir mão de seu salário como pastor de uma pequena congregação, e depender exclusivamente de Deus para suas necessidades. Já desde o início, ele tomou a posição que manteria durante todo o seu ministério, de nunca revelar suas necessidades às pessoas, e de nunca pedir dinheiro de ninguém, somente de Deus. Ao mesmo tempo, decidiu que também nunca entraria em dívida por motivo algum, e que não faria reservas, nem guardaria dinheiro para o futuro.
Durante mais de sessenta anos de ministério, Müller iniciou 117 escolas que educaram mais de 120.000 jovens e órfãos; distribuiu 275.000 Bíblias completas em diferentes idiomas além de grande quantidade de porções menores; sustentou 189 missionários em outros países; e sua equipe de assistentes chegou a contar com 112 pessoas.
Seu maior trabalho foi dos orfanatos em Bristol, na Inglaterra. Começando com duas crianças, o trabalho foi crescendo com o passar dos anos, e chegou a incluir cinco prédios construídos por ele mesmo, com nada menos que 2000 órfãos sendo alimentados, vestidos, educados e treinados para o trabalho. Ao todo, pelo menos dez mil órfãos passaram pelos orfanatos durante sua vida. Só a manutenção destes órfãos custava 26 mil libras por ano. Nunca ficaram sem uma refeição, mas muitas vezes a resposta chegava na última hora. Às vezes sentavam para comer com pratos vazios, mas a resposta de Deus nunca falhava.
No decorrer da sua vida, Müller recebeu o equivalente a sete milhões e meio de dólares, como resposta de Deus. Além de nunca divulgar suas necessidades, ele tinha um critério muito rigoroso para receber ofertas. Por mais que estivesse precisando (pois em milhares de ocasiões não havia recursos para a próxima refeição), se o doador tivesse outras dívidas, se tivesse evidência de que havia alguma atitude errada, ou alguma condição imprópria, a oferta não era aceita.
E mesmo quando tinha certeza de que Deus estava dirigindo para ampliar o trabalho, começar uma outra casa, ou aceitar mais órfãos, ele nunca incorria em dívidas. Aquilo que Deus confirmava como sua vontade certamente receberia os recursos necessários, e por isto nunca emprestava nem contraía obrigações sem ter o necessário para pagar.
A seguir, um trecho da sua autobiografia, onde ele define sua posição com relação a dívidas:
Minha esposa e eu nunca entramos em dívidas porque acreditávamos que era contrário às Escrituras (Rm 13.8). Por isto, nunca tivemos contas para o futuro com alfaiate, açougue, padaria ou mercado. Pagamos por tudo em dinheiro. Preferimos passar necessidade do que contrair dívidas. Desta forma, sempre sabemos quanto temos, e quanto podemos dar aos outros. Muitas provações vêm sobre os filhos de Deus por não agirem de acordo com Romanos 13.8.
Alguns podem perguntar: Por que você não compra o pão, ou os alimentos do mercado, para pagar depois? Que diferença faz se paga em dinheiro no ato, ou somente no fim do mês? Já que os orfanatos são obra do Senhor, você não pode confiar que ele supra o dinheiro para pagar as contas da padaria, do açougue, e do mercado? Afinal, todas estas coisas são necessárias para a continuidade da obra.
Minha resposta é a seguinte: Se esta obra é de Deus, certamente ele tanto quer como é capaz de suprir todo o necessário. Ele não vai necessariamente prover na hora que nós achamos que deve. Mas quando há necessidade, ele nunca falha. Podemos e devemos confiar no Senhor para suprir-nos com o que precisamos no momento, de forma que nunca tenhamos que entrar em dívida.
Eu poderia comprar um bom estoque de mantimentos no crediário, mas da próxima vez que estivéssemos em necessidade, eu usaria o crediário novamente, ao invés de buscar o Senhor. A fé, que somente se mantém e se fortalece através de exercitar, ficaria mais e mais fraca. No fim, provavelmente acabaria atolado em grandes dívidas, sem perspectiva de sair delas.
A fé se apóia na Palavra Escrita de Deus, mas não temos nenhuma promessa de que ele pagará nossas dívidas. A Palavra diz: "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma" (Rm 13.8), e: "Quem nele crer não será de modo algum envergonhado" (1 Pe 2.6). Não temos nenhuma base bíblica para entrar em dívidas.
Nosso alvo é mostrar ao mundo e à igreja que mesmo nestes dias maus do tempo do fim, Deus está pronto para ajudar, consolar, e responder às orações daqueles que confiam nele. Não precisamos recorrer a outras pessoas, nem seguir os caminhos do mundo. Deus tanto é poderoso, como desejoso, de suprir todas nossas necessidades no seu serviço.
Consideramos um precioso privilégio continuar a esperar no Senhor somente, ao invés de comprar mantimentos no crediário, ou de emprestar de bondosos amigos. Enquanto Deus nos der graça, olharemos somente para ele, mesmo que de uma refeição para a próxima tivermos que depender do seu suprimento. Já faz dez anos que trabalhamos com estes órfãos, e ele nunca permitiu que passassem fome. Ele continuará a cuidar deles no futuro também.
Estou profundamente consciente da minha própria incapacidade e dependência no Senhor. Pela graça de Deus, minha alma está em paz, embora dia após dia tenhamos que esperar a provisão milagrosa do Senhor para nosso pão diário.
Extraído da Revista Impacto (www.revistaimpacto.com.br), nº 25.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Elias: provisão estranha numa missão profética na esfera política

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

ANDANDO NO ESPIRITO


Tradução de Ruth Ferraz Byrnes


 "Digo, porém: 'Andai em Espirito, e não cumprireis a conscupiscência da carne". (Gálatas 5.16)


Em Galatas 5.16  que "Andar no Espirito significa viver no Espirito ou viver pelo Espirito", e deveria ser assim que  Cristãos deveriam viver:  com a ajuda do Espirito.

1.  Como viver pelo Espirito? Os cristãos devem crer que o Espirito é com eles, tendo sido enviado por Deus em seus corações.

Viver pelo Espirito também significa “manter-se caminhando”. Enquanto um crente anda atraves da vida, ele deve depender na habitação do Espirito Santo para guiar e para ter poder espiritual.

2.   Em cada confrontação espiritual, o crente deve direcionar-se para o Espirito que é, submetendo-se os seus proprios desejos para aqueles do Espirito. 

  . Deve depender do Espirito para ajudar, possibilitando lhe viver uma vida que agrada a Deus. O Espirito Santo quer que dependamos dele. Quando um Cristão sinaliza para ser o Espirito controla-lo, a promessa e que ele não não vai de modo algum satisfazer os desejos da natureza pecaminosa. Assim, embora nenhum crente jamais será inteiramente livre nesta vida  dos maus desejos que se originam na sua natureza humana caída, ele precisa seguir eles, mas pode expereince vitória com a ajuda do Espírito. 

4 .   O crente deveria antecipar os efeitos da ajuda do Espirito  em sua vida diaria. O crente que “vive pelo Espirito“ não deveria ter desejos fortes da carne, ou seja da natureza pecaminosa.
Galatas 4.6 diz “e porque vocês são filhos, Deus tem enviado o espirito de Seu Filho para seus corações,  clamando Abba Pai.
Cada criança de Deus foi dada o Espirito Santo no momento em que ele foi adotado por Deus. Abba em Aramaico é um domestico termo pelo qual o pai foi chamado em afetiva intimidade da familia.  Ele corresponde ou nosso “papai”.
O Espirito tem dado-nos consciencia de que DEUS é nosso Pai.
Deus o Pai enviou o Seu Filho e seu Espirito. Então a trindade toda é envolvida no trabalho de salvação.
O Espirito Santo é um presente, dom de Deus para cada crente, por causa da filiação, do presente que o Pai da a seus filhos. O Espirito move o crente a orar para Deus dirigir lhe como um Paizinho.

5.        A natureza humana (carne) e o Espirito Santo lutam contra um contra o outro, que é, eles tem desejos e que são contrarios aos anseios um ao outro. Paulo explica a necessidade para uma Vida, mas a vida que é controlado e energizada  pelo Espirito. Esta explicação mostra e diz como cada Cristão tem duas naturezas, uma pecadora recebida no nascimento, inerante a queda de Adão, e uma nova natureza recebida na regeneração quando Cristãos  tornam-se um participante, membro na Divina Natureza. O homem-novo como o apostolo Paulo explica.

Ambas estas naturezas tem desejos, um de más ações e outro para a Santidade. Eles estão em conflito um contra o outro  e o resultado pode ser que eles mantenham o crente fazendo o que ele de outra forma não faria. Em outras palavras o Espirito Santo bloqueia, quando lhe é permitido fazer, os desejos mals da carne. O cristão então então, esta no campo de batalha, tendo desejos para fazer o bom e o mal. O que “não só não fazemos as coisas que nos queremos”.  A carne procura frustrar o espírito que, em execução tenta frustrar os maus desejos da carne.

6.    O Cristão é guiado pelo Espirito, quando sinaliza para Ele, afastar-se do mal dos  anseios da carne, colocando assim o pecado  fora de sua vida diária. Paulo enfatiza que uma vida com Deus não é vivida sob as regras da lei, mas é uma vida guiada pelo Espirito.  Agora esta era importante para os Galatas saber que justificação não é possibel por trabalhos  e santificação não pode ser  encontrada por esforços humanos.

A palavra “guiar” indica voluntariamente submissão; o crente decide por quem ele será guiado – se por sua carne ou pelo Espirito. O Espirito – guia pessoalmente  e não sob a lei. Os Cristãos não precisam as restrições da lei porque sua vida moral é governada pelo Espirito.

7.       Cristãos tem ainda a mesma natureza pecamisnos que eles possuiam antes salvação, eles podem cair para os pecados que a natureza humana produz, se eles não vivem por meio do espírito.  Apostolo Paulo declara que o pecado da carne é obvio, significa tanto, como alguns sugerem, que eles são publicos e não podem ser escondidos, ou melhor, desde que alguns são pecados privados, que eles originam com o natureza pecaminosa e não com a natureza habitada pelo Espirito Santo. Por contrastar e comparar os trabalhos da carne com os frutos do Espirito, o crente pode saber com o que ele esta andando se pelo Espirito ou sendo controlado pela carne.  Os pecados listados são comunmente parecidos cair em quatro categorias. Primeiro, tres  pecados sexuais são mencionados. Imoralidade sexual e comumente traduzida por “fornicação”.  Desta palavra vem o termo “pornografia”. Desaseio é impureza sexual. Lascivia é excesso. Imoralidade sexual refere a qualquer ou todas as formas de relação secual ilicita. Impureza é um termo referida para impureza moral em pensamento, palavra, e de fato (fornicação, e todas impurezas, ou cobiça,  não deixe que estes que nomeamos estejam entre vocês, como requer aos Santos, conversas tolas, imundície,  falar gracejando, que não convêm, mas antes ações de graças).

Libertinagem conota um aberta, sem vergonha e descarada mostra destes males.




sexta-feira, 22 de julho de 2016

O Temor do Senhor é o Principio da Sabedoria



Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe,
Porque serão como diadema gracioso em tua cabeça, e colares ao teu pescoço.
Filho meu, se os pecadores procuram te atrair com agrados, não aceites.
Se disserem: Vem conosco a tocaias de sangue; embosquemos o inocente sem motivo;


Traguemo-los vivos, como a sepultura; e inteiros, como os que descem à cova;
Acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos as nossas casas de despojos;
Lança a tua sorte conosco; teremos todos uma só bolsa!


Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; desvia o teu pé das suas veredas;
Porque os seus pés correm para o mal, e se apressam a derramar sangue.
Na verdade é inútil estender-se a rede ante os olhos de qualquer ave.
No entanto estes armam ciladas contra o seu próprio sangue; e espreitam suas próprias vidas. 


São assim as veredas de todo aquele que usa de cobiça: ela põe a perder a alma dos que a possuem.
A sabedoria clama lá fora; pelas ruas levanta a sua voz.


Nas esquinas movimentadas ela brada; nas entradas das portas e nas cidades profere as suas palavras:
Até quando, ó simples, amareis a simplicidade? E vós escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós insensatos, odiareis o conhecimento?
Atentai para a minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do meu espírito e vos farei saber as minhas palavras.


Entretanto, porque eu clamei e recusastes; e estendi a minha mão e não houve quem desse atenção,
Antes rejeitastes todo o meu conselho, e não quisestes a minha repreensão,
Também de minha parte eu me rirei na vossa perdição e zombarei, em vindo o vosso temor.


Vindo o vosso temor como a assolação, e vindo a vossa perdição como uma tormenta, sobrevirá a vós aperto e angústia.
Então clamarão a mim, mas eu não responderei; de madrugada me buscarão, porém não me acharão.


Porquanto odiaram o conhecimento; e não preferiram o temor do Senhor:
Não aceitaram o meu conselho, e desprezaram toda a minha repreensão.
Portanto comerão do fruto do seu caminho, e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos.
Porque o erro dos simples os matará, e o desvario dos insensatos os destruirá.
Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do temor do mal.(Proverbios 1.8-33)


Cartoon: Esta podia ter sido a sua vida! VOCÊ TEM UM TEMPINHO PARA LER?